|
Atividades:
1963 - Início de sua carreira. Participa do XI
Salão de arte Moderna, vencendo o concurso de cartazes
desse Salão
1966 - Aparece em diversas mostras coletivas.
Participa de exposição e debate na faculdade de Arquitetura
e Urbanismo da Universidade de são Paulo
1967 - Faz a série de pinturas "Bandido da Luz
Vermelha", trabalhos com a mesma linguagem da história
em quadrinhos, iluminados por faxho de luz vermelha
rotativo.
Participa da IX Bienal de São Paulo. Expõe no IV Salão
Nacional de Arte Contemporânea (Brasília), onde seu
painel "Guevara Vivo ou Morto" é parcialmente destruído
1968 - Manifestação coletiva "Bandeiras e Estandartes"
na Praça General Osório, Rio de Janeiro. Participa da
mostra "O artista Brasileiro e a Iconografia de Massa",
na Escola Superior de Desenho Industrial, E DO Salão
Esso de Artistas Jovens, no Museu de Arte Moderna do
Rio de Janeiro.
Em Belém apresenta a série "Bandido da Luz Vermelha"
no Centro Cultural de Belém, com exposição e debate
em praça pública. Representa o Brasil no Prêmio Latino
Americano Codez, em Buenos Aires
1969 - Participa do X Bienal de São Paulo, onde
expõe os painéis "Multidões", de grandes formatos, que
documentavam cenas e manifestações políticas da época,
pintados em 68.
Em Salvador expõe na II Bienal Nacional de Artes Plásticas.
Realiza viagem de estudos à Europa, integrado a equipe
do TUSP no Festival de Nancy. Inicia a série "Astronautas"
e "Módulos Lunares", exexultada com tintas industriais.
1970 - Recebe o prêmio de aquisição na mostra
Jovem Arte Contemporânea em São Paulo e participa do
Salão Paulista de Arte Contemporânea
1971 - Individual na Galeria Ars Mobile, em
São Paulo. É convidado para a Bienal Internacional del
Deporte, em Barcelona, e para o Panorama Atual da Arte
Brasileira no Museu de Arte moderna de são Paulo. Inicia
a série de pinturas e objetos "Parafusos"
1972 - Faz o painel "Zebra" na lateral de um
prédio na Praça da República, em São Paulo. Participa
da mostra "Arte Brasil Hoje" - 50 Anos Depois "na Galeria
Collectio. Integra a Exposição Internacional de Gravura
Nugrasp no museu de Arte Moderna de São Paulo.
1974 - Integra a mostra "Prospectiva 74" no
Museu de Arte Contemporânea da USP. Participa da exposição
"Vanguarda Brasileña" no CYAC, em Buenos Aires, e da
mostra "Arte de Sistemas en America Latina" no Institute
of Contemporary Art, em Londres
1975 - Realiza a exposição individual intitulada
"Cor/Pigmento/Luz" na Galeria Bonfiglioli, São Paulo.
Participa do festival Due Mondi, em Spoleto, Itália.
Recebe o prêmio Guarantã de viagem ao exterior da Associação
Brasileira de Críticos de viagem ao exterior da Associação
Brasileira de Críticos de Arte
1976 - Integra a representação brasileira na
Bienal de Veneza com mostra no Pavilhão Brasileiro.
Participa da Bienal Americana de Cali, na Colômbia,
e da exposição "Arte Agora" no Museu de Arte Moderna
de São Paulo
1977 - Integra a exposição "Latin América 76"
na Fundación Juan Miró, Barcelona. Recebe convite para
participar da mostra "Arte Actual de Iberoamericana"
no Instituto de Cultura Hispânica, em Madri. Realiza
exposição no Escritório de Arte Magalhães Gouveia, em
São Paulo, e na Galeria Artespaço, em Recife.
Transfere sei ateliê para a rua Franco do Rocha, em
Perdizes
1979 - Executa painel na estação Sé do metrô
paulista. Realiza exposição individual no Núcleo de
Arte Contemporânea, em João Pessoa. Participa da mostra
"Matrizes, Filiais e Cia" no SESC Vilanova, em São Paulo
Integra a representação brasileira na Trienal Latino
Americana del Grabado, e, Buenos Aires. Recebe prêmio
de viagem ao exterior do Salão Nacional de Arte Moderna,
no Rio de Janeiro
1980 - Escolhido para integrar a mostra "Dez
Pintores Anos 70 - Destaque Hilton", que circulou por
várias capitais. Realiza exposições individuais nas
galerias Saramenha (Rio), Oscar Seraphico (Brasília)
e Bonfiglioli (São Paulo). Executa painel para o SESC
Vilanova. É convidado para integrar a representação
brasileira na Bienal de Paris
1981 - Individuais nas Galerias Bonino (Rio),
Casa Grande (Goiânia) e Momento (Curitiba). Realização
do filme "Claudio Tozzi" em 35mm, de Fernando Coni Campos,
com roteiro de Fábio Magalhães, projetado em várias
capitais. Integra a exposição "Do Moderno ao Contemporâneo",
coleção Gilberto Chateaubriand, no Museu de Arte Moderna
do Rio.
Recebe prêmio Pirandello de Artes Plásticas. Integra
a representação brasileira na Bienal de Medelin, na
Colômbia
1982 - Individual na Galeria Paulo Figueiredo,
onde apresenta as pinturas e objetos denominados "Colcha
de Retalhos". É convidado para o Festival de Inverno,
expondo pinturas no Auditório Campos do Jordão. Integra
a mostra "Esporte e Sociedade Brasileira" no Museu de
Arte Moderna do Rio de Janeiro. Participa da mostra
de pintura brasileira na Kouros Gallery, em Nova Iorque
1983 - Exposição individual na Galeria São Paulo.
Participa do evento "Arte na Rua", executando "outdoor"
na Av. Sumaré, organizado pelo Museu de Arte Contemporânea
de São Paulo
1984 - Realiza exposição individual na Galeria
São Paulo, onde apresenta a série "Passagens". É convidado
para fazer o símbolo do Carnaval de São Paulo. Participa
da exposição coletiva internacional no Gelsenkirchen
Museum, na Alemanha. Integra as mostras "Retrato e Auto-Retrato
da Arte Brasileira - Coleção Gilberto Chateaubriand"
no Museu de Arte Moderna de São Paulo, "Viva a Pintura",
na Petite Galerie e "Paredes Casa Vogue", mo Museu de
Arte de São Paulo.
Olívio Tavares de Araújo realiza o documentário "Claudio
Tozzi", em vídeo, sobre sua obra. Integra a mostra "Tradição
e Ruptura" na Bienal de São Paulo
1985 - Individual na Galeria GB no rio de Janeiro
e no Centro Cultural de São Bernardo do Campo. Integra
a mostra "Caligrafias e Escrituras" na FUNARTE, no Rio
de Janeiro, e a mostra "Releituras", na Pinacoteca do
Estado e na Bienal de São Paulo
1986 - Realiza exposição individual na Galeria
Montessanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Gesto
Gráfico (Belo Horizonte), Galeria Inês Fiuza (Fortaleza),
Galeria Contemporânea (Campo Grande) a na Art Studio,
em Nova Iorque. Integra a representação brasileira na
Bienal de Havana
1987 - Participa do evento "Gesto Alucinado"
no Rio Design Center, Rio de Janeiro, e no Museu da
Imagem e do Som, em São Paulo. Realiza individual de
pinturas no Museu Histórico e Cultural de Jundiaí
1988 - Realiza exposições individuais na Galeria
Montessanti (São Paulo e Rio de Janeiro), Galeria Mônica
Filgueiras de Almeida (São Paulo), no Escritório de
Arte da Bahia e Prova do Artista (Salvador). Participa
da exposição "Figura e Objeto - 63 a 66" na Galeria
Milan, em São Paulo. Integra a mostra "Os Ritmos e as
Formas - Arte Brasileira" no SESC Pompéia, São Paulo
1989 - Participa do concurso para execução de
painel no Palácio dos Bandeirantes e do evento Arte
em Jornal, publicado no Jornal da Tarde, em São Paulo.
Integra a mostra de arte brasileira "Modern Brasilianski
Biledkunst", na Dinamarca. É convidado para executar
painel na Estação Barra Funda do metrô paulista.
São publicados dois livros retrospectivos de sua obra:
Obra em Construção - 25 anos de Trabalho de Claudio
Tozzi, de Fábio Magalhães, diretor do MASP - Museu de
Arte de São Paulo e Claudio Tozzi - O Universo Construído
da Imagem, de Jacob Klintowitz
1990 - É convidado para a exposição "Façades
Imaginaires" em Grenoble, França. Participa da mostra
"Grandes Formatos" no Museu de Arte Moderna de São Paulo
1991 - Participa da II Exposição Internacional
de Esculturas Efêmeras em Fortaleza. Tem sala individual
na XXI Bienal de São Paulo. É convidado para a Bienal
de Makurazaki, no Japão, onde recebe menção honrosa.
Realiza exposição individual no Espaço Engenho central
em Sorocaba.
Participa da mostra "Declaração Universal dos Direitos
do homem", que circula e diversas cidades, e da exposição"
O que faz você agora, geração 60?" no museu de Arte
Contemporânea da Universidade de São Paulo.
1992 - Participa da exposição "Futebol e Arte"
na Pinacoteca de São Paulo, da mostra" Anos 60/70 -
Coleção Gilberto Chateaubriand" no SESI/São Paulo e
da exposição "Arte e Ecologia 92" no Museu de Arte Moderna
do Rio de Janeiro
1993 - Executa painel para o "Metrópolis" na
TV Cultura. É realizado o vídeo "Claudio Tozzi - Encontro
com o artista" pelo Centro Cultural Itaú. Realiza exposição
individual com obras produzidas no período de 1983 a
1993 no Museu da Casa Brasileira e no Museu de Arte
Moderna do Rio de Janeiro.
1994 - Participa da mostra ''Bienal Brasil Século
XX'' na Bienal d São Paulo, da mostra ''Trincheiras''
no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, da coletiva
''O Espaço'', no Centro Cultura dos Correios do Rio
de Janeiro e do evento ''Passaporte para o ano 2.000''
na Estação Júlio Preste, São Paulo, mostra que circula
em diversas cidades.
1995 - Realiza exposição individual na Galeria
D do Centro Cultural de Campinas, São Paulo. Participa
da coletiva ''Visual Road'' na Galeria Magalhães Gouvêa
e da mostra ''O Desenho em São Paulo'' na Galeria Nara
Roesler. Executa painel para o edifício da Cultura Inglesas,
em São Paulo.
1996 - É convidado para coletiva de inauguração
do Espaço Cultural de Palmas, no Tocantins. Participa
da mostra ''Cinco Visões da Tridimensionalidade'' e
da exposição ''Off Bienal'' no Museu Brasileiro da Escultura
em São Paulo. Faz parte da Exposição Internacional de
Escultura ao Ar Livre, no Sesc de Porto Alegre e da
mostra ''Brahma Reciclarte'' nos espaços do Jardim Botânico
do Rio de Janeiro.
1997 - Realiza exposição individual na Galeria
Nasser em Uberlândia e na Galeria Coletânea no Rio de
Janeiro. Participa da mostra ''Eletromídia'', painéis
eletrônicos em diversas cidades brasileiras e da exposição
''Visões do Múltiplo Contemporâneo'' na Galeria Múltipla,
em São Paulo.
1998 - Realiza exposição individual no Centro
Cultural de São José dos Campos e no Instituto Brasil-Estados
Unidos, no Rio de Janeiro. Participa da exposição ''Década
de Setenta'' na Galeria São Paulo e ''Trinta Anos de
68'' no Centro Cultural Banco do Brasil, no Rio de Janeiro.
Atualmente realiza projeto para painel na Estação Maracanã
do Metrô Rio e mostra individual na Galeria São Paulo
''Geometrias do Tempo'', onde mostra fusões e reconstruções
de signos presente em sua obra, cujo acoplamento resulta
num trabalho sintético de sua linguagem.
|